4 de julho
Quatro de Julho
Na minha aflição clamei ao Senhor; gritei por socorro ao meu Deus. Do Seu templo Ele ouviu a Minha voz. Salmo 18:6, NVI.
Gosto de comemorar o Quatro de Julho – o dia da Independência dos Estados Unidos. Gosto da música patriótica, de ouvir as bandas e orquestras executando, corais cantando, sinos badalando e eu mesma tocando e cantando essas músicas.
Por vários anos, tenho sido diretora de música de uma pequena igreja metodista do interior. Para o domingo, dia 4 de julho, escolhi várias músicas apropriadas. O coral vinha ensaiando durante semanas, mas ainda tínhamos trabalho para fazer antes de estarmos prontos. Reunimo-nos bem cedo naquela manhã de domingo para terminar de ensaiar nossa música. Uma das peças, “O Hino da Batalha”, havia sido ensaiada, mas ainda não estava perfeita.
Preocupada porque o hino não estava pronto, fui para o meu carro e chamei Melanie, uma amiga da minha igreja, e lhe pedi que orasse comigo. Expliquei que havíamos ensaiado e tudo saíra bem, a não ser quatro compassos do “Hino da Batalha”. Praticamente toda as vezes em que chegávamos àqueles quatro compassos, não acertávamos o tempo e o som saía terrível. Todos nos sentíamos frustrados e não sabíamos o que fazer.
Depois de orarmos juntas, senti paz no coração. Voltei à igreja e me reuni com o pianista. Ele me disse que durante toda a reunião, pedira a Deus que o ajudasse. De repente, encontrou a solução! Ele tocaria algo diferente, algumas volatas e arpejos, durante aqueles quatro compassos. Disse ele: “Deus colocou essa idéia na minha cabeça.” Sentimo-nos muito agradecidas por essa resposta imediata às nossas orações no meio da aflição pela qual passávamos.
O coral começou a cantar: “Já refulge a glória eterna de Jesus, o Rei dos reis.” A música foi bem interpretada e a mudança no acompanhamento se encaixou perfeitamente. Foi uma dádiva de Deus. Ele providenciou para que o hino declarasse a Sua glória, em vez de desviá-la. Enquanto continuávamos a cantar “Vem marchando, vem marchando! Glória, Glória, Aleluia!” entendi humildemente como Deus Se importava com o nosso coral, e fomos capazes de partilhar a Sua glória sem perturbação.
Muito obrigada, Pai celeste, por ouvires as vozes dos Teus filhos em seu tempo de aflição, e por teres dado uma solução clara que Te glorificou o nome.
Sharon Follett