12 de Abril
O Assassino Silencioso
O Senhor guardará a tua saída e a tua entrada, desde agora e para sempre. Salmo 121:8.
Sou diariamente grata a Deus pela boa saúde e pelas forças para o trabalho. Penso em muitas mulheres da minha idade que sofrem de várias enfermidades.
Na semana passada, quando fui fazer minhas compras costumeiras, vi uma mulher sentada a uma mesa, e algumas outras em pé, numa fila. Perguntei de que se tratava. A mulher era da Fundação do Coração e media gratuitamente a pressão sangüínea (teste de hipertensão). Decidi entrar na fila.
Quando chegou minha vez de fazer o teste, a mulher me disse que minha pressão estava alta demais – 170/95. Não pude acreditar! Ela pediu que eu terminasse as compras e depois voltasse para outra verificação.
Uma hora depois, minha pressão havia, na verdade, subido para 194/104. Ela me aconselhou a procurar um médico o quanto antes. Aquilo foi realmente um choque para mim.
Descansei a tarde toda antes de ir ao médico no fim do dia, achando que diminuiria a pressão. O médico verificou a pressão três vezes. Ainda continuava em 194/104. O médico, que tem o meu histórico, estava tão chocado quanto eu. Agora, preciso tomar medicação para o resto da vida.
O doutor me disse que foi uma sorte eu ter decidido medir a pressão. Eu me sentia como sempre (ou pelo menos achava), e assim nunca esperei que algo assim me acontecesse. Sempre tive uma pressão boa, normal. O médico disse que eu poderia ter um infarto se tivesse continuado assim por mais tempo. A pressão elevada é conhecida como o assassino silencioso, porque raramente há sintomas perceptíveis. Duas em cada três pessoas com pressão alta não têm consciência de sua condição.
Só posso agradecer ao Senhor pela mulher que, “por acaso”, escolheu aquele local num momento em que eu passaria por ali, e por me conduzir àquela mesa.
Aprecio as palavras do salmista registradas no texto de hoje. Muito obrigada, Pai celestial, por poupares novamente esta vida que redimiste e prolongaste.
Priscilla E. Adonis