18 de Abril
Anjos
Bendigam o Senhor, vocês, Seus anjos poderosos, que obedecem à Sua palavra. Salmo 103:20, NVI.
Eu acredito em anjos, e você?
Quando minha filha mais nova cursava a universidade perto de Washington, D.C., fui visitá-la num domingo. Morando na orla oriental, em Maryland, estou acostumada com um tráfego menos intenso do que aquele que se vê no anel viário ao redor da capital, e por isso fico muito nervosa dirigindo lá. Alguns minutos depois de ter entrado no anel viário, ouvi um barulho e senti um baque. Um pneu estourou! Socorro, Senhor! Todo aquele trânsito, e eu não sabendo o que fazer. Um minuto depois, um Cadillac parou e um senhor bem-vestido saiu e me perguntou se eu precisava de ajuda. Vendo o pneu, ele o removeu com destreza e, num instante, colocou o pneu sobressalente no lugar. Baixei o vidro da janela para agradecer e oferecer pagamento, mas ele já estava de saída no meio do trânsito.
Numa tarde, minha filha e eu fomos a um parque. Havia algumas poucas pessoas que também estavam desfrutando o clima agradável de primavera. Quando nos preparávamos para ir embora, notei que havia trancado minha bolsa e as chaves dentro do carro! Que fazer? Não havia telefones nem casas por perto. Em silêncio, fizemos oração. Deus sempre sabe onde estamos e quando precisamos de auxílio, e pede que clamemos a Ele. Um rapaz, que não tínhamos visto antes, veio ajudar. Com uma peça fina de metal, destravou a porta. Tão rapidamente quanto surgira, partiu também; não o vimos mais.
Semana passada, minha filha e a filha dela foram de carro a um shopping que ficava a meia hora de sua casa. Ao se aproximarem do shopping, ouviram um barulho estranho, e o motor do carro afogou – elas temeram que ele parasse. Fizeram uma oração urgente e chegaram ao shopping só para ver uma escuridão total. A energia elétrica fora cortada por causa de um acidente ali perto. “Senhor, por favor leva-nos para casa com segurança; ajuda para que o carro continue andando.” Elas chegaram com segurança em casa e fizeram uma oração de agradecimento.
Na manhã seguinte, minha filha teve dificuldade para ligar o motor do carro. Quando ele finalmente “pegou”, ela foi para a oficina, em vez de ir para a escola. Disseram-lhe que o problema era grave – o homem não entendia como ela conseguira percorrer aqueles poucos quarteirões. Quando ela lhe contou acerca da saída da noite anterior, ele balançou a cabeça e disse: “Foi um milagre.” Sim, foi mesmo. Ela acredita que um anjo esteve ao volante durante o trajeto inteiro de volta para casa. Eu acredito em anjos, e você?
Nelda Bigelo