21 de setembro
Gigantes
Em me vindo o temor, hei de confiar em Ti. Em Deus, cuja palavra eu exalto, neste Deus ponho a minha confiança e nada temerei. Que me pode fazer um mortal? Salmo 56:3 e 4.
Meus antepassados familiares apresentam dois genes opostos: pessoas muito altas e de constituição robusta, e muito pequenas e miúdas. Pertenço ao último grupo. Quando criança, muitas vezes eu era abraçada por tios enormes e tias altas, e ficava com medo.
Em algumas ocasiões, enfrentamos gigantes na nossa vida diária – coisas que não desejamos enfrentar. Podem ser gigantes de dificuldades financeiras, gigantes de enfermidades terminais, abuso, violência e mesmo relacionamentos frágeis. Na maior parte do tempo, esses gigantes parecem tão enormes que julgamos não poder vencer a batalha. Muitas vezes, temos dúvidas e temor ao enfrentá-los, achando que nos esmagarão sob seus pés. Não se engane! Grandes ou pequenas, Deus nos ama a todas, e promete que há um jeito de vencer a batalha.
O caso de Davi e Golias não será jamais esquecido na história terrestre. O tamanho não era o fator determinante naquela batalha. Somente o poder de Deus impediu o desastre, e o gigante Golias foi morto pelo "gigante" Davi que tinha uma funda na mão, apenas. Davi sabia exatamente a quem pertencia o crédito.
Os gigantes do desânimo e do desespero podem colocar-se de emboscada ao seu redor. No mais verdadeiro sentido, os escudos que carregam são eficazes apenas por um momento, e não a prejudicarão. A funda e as pedras em sua mão são mais poderosas que o escudo nas mãos do inimigo, pois existe Alguém que lhe segura a mão e mostra a direção para a qual você deve fazer a pontaria. As forças do mal ainda enviam gigantes para desafiar o povo de Deus, e parecem invencíveis. Mas lembre-se da decisão de Davi, no sentido de batalhar contra o melhor que o inimigo tinha a oferecer.
Deus ainda pode derrubar qualquer gigante, em qualquer lugar. É um Deus vencedor, e fazemos parte de Sua equipe. Por isso, não tenha medo de usar a funda quando Ele lhe disser para fazê-lo.
Beryl Aseno